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PÉRFIDA IGUANA

The Pérfida Iguana is a pole of dance production conceived and directed since 2014 by the artists Carolina Callegaro and Renan Marcondes. The main research includes the application of improvisation structures within exhibition and museological situations.

In 2018, they are heading for their third and fourth work.

O Pérfida Iguana é um polo de produção em dança concebido e dirigido desde 2014 pelos artistas Carolina Callegaro e Renan Marcondes. Sua pesquisa compreende a aplicação de estruturas de improvisação dentro de instalações e situações expositivas.

Dentro do polo, já realizaram 5 peças.

WORKS

TRABALHOS

COMO UM JABUTI MATOU UMA ONÇA E FEZ UMA GAITA DE UM DE SEUS OSSOS

2015

HOW A TORTOISE KILLED A JAGUAR AND MADE A HARMONICA OUT OF ITS BONES

2015

The project How a tortoise killed a jaguar ... had its first formalization as an perfromance-lecture, in which the theoretical discourse was gradually changed to gestures and situations that had in common the disorganizing of the erect-dominating posture of the performer through the power of gravity, making the speaker's body repeatedly to the floor - following the falling objects, the liquids that flow, the things that break. The libretto that accompanies the performance - and which should be read together - drafted in the mold of a revolutionary manifesto inspired by the radical feminist Valérie Solanas's "SCUM Manifesto proposes a hypothetical future, creating a sci-fi future in which the jabutis and the orange color will dominate the world, giving space to a new idea of ​​humanity, which would operate through paths other than our own.

O projeto Como um jabuti matou uma onça... teve sua primeira formalização enquanto uma palestra performada, na qual o discurso teórico ia sendo gradualmente subjetido a gestos e situações que têm em comum o papel inexorável da gravidade como desorganizadora da postura ereta-dominadora, fazendo com que o corpo do palestrante vá repetidamente ao chão, acompanhando os objetos que caem, os líquidos que escorrem, as coisas que se quebram. O libreto que acompanha a performance e que deve ser lido em conjunto, redigido aos moldes de um manifesto revolucionário (inspirado no “SCUM Manifesto” da feminista radical Valérie Solanas) propõe um futuro hipotético, criando um cenário textual intencionalmente fantasioso no qual os jabutis e a cor laranja dominarão o mundo, dando espaço a uma nova ideia de humanidade, a qual operaria por vias distintas da nossa. 

materia IVONE

 

2016

Material IVONE arises from the need to continue in the midst of a scenario in constant dismantling. To that work, the artists Carolina Callegaro and Renan Marcondes ordered ten letters written by a ghost-writer for a certain Ivone in the period a hundred years (2016-2116). These letters, read on the scene, choreograph an experimental mode of existence that transits between banality, affection, and the attempt to keep moving, even if seemingly safe spaces begin to fall apart. The artists take turns between reading the cards, dismantling a wooden chair and performing a looping choreography whose simple gestures reveal particular details of each body that dances.
 

The work is the result of a research done over a year based on  the work Trio A, choreographer Yvonne Rainer and the letter written by the artist Lygia Clark to Piet Mondrian. Without any financial support, the artists paused for a while to dedicate their meetings to writing projects and began writing excerpts of letters to an unknwon but affectionate Ivone, replacing the uncertain waiting for the inevitable continuation.

Materia IVONE surge da necessidade de continuar em meio a um cenário em constante desmonte. Para tanto, os artistas Carolina Callegaro e Renan Marcondes encomendaram dez cartas escritas por um ghost-writer para uma certa Ivone durante cem anos (2016-2116). Essas cartas, lidas em cena, coreografam um modo de existência experimental que transita entre a banalidade, o afeto e a tentativa de se manter em contínuo movimento, mesmo que os espaços aparentemente seguros comecem a se desfazer.  Os artistas se revezam entre a leitura das cartas, o desmonte de uma cadeira de madeira e a execução de uma coreografia em loop cujos gestos simples revelam detalhes particulares de cada corpo que dança.


O trabalho é resultado de uma pesquisa realizada ao longo de um ano a partir da obra Trio A, da coreógrafa Yvonne Rainer e da carta escrita pela artista Lygia Clark para Piet Mondrian. Sem nenhum tipo de apoio financeiro, os artistas pararam por um tempo de dedicar seus ensaios a escrever editais e começaram a escrever trechos de cartas para uma Ivone jamais conhecida, mas repleta de afeto, substituindo a espera incerta pela inevitável continuação.

Concepção e performance creation and performance: Carolina Callegaro e Renan Marcondes. Dramaturgismo dramaturgism: Artur Kon e Clarissa Sacchelli. Produção production: Tetembua Dandara. Assistência de Iluminação lighting assistant: Daniel Gonzalez Fotografia photography Cacá Bernardes vídeo video BRUTA Flor filmes

UM INSTANTE ANTERIOR À EXTREMA VIOLÊNCIA

2015

THE MOMENT BEFORE THE EXTREME VIOLENCE

2015

The dance is performed inside with a constructed, aseptic and fictional landscape, in which two figures live together for the duration of two and a half hours. Situated between things, human and animal, the figures related via simple actions distended in time, giving the public the possibility to visualize them by the time, distance and angle that they wish. A pause. Lots of movement. internal and almost secret dialogue. Almost a painting, a static image that only suggests time, several images and relations are also suggested about what preceded or will be given from the contact between these bodies. The suggestion, however, is greater than the event, and what emanates from possibilities remains suspended in space. Because the movement that takes place is not visible. It is latency. Imminence of an event.

A dança é pensada junto a uma paisagem asséptica e ficcional construída, dentro da qual duas figuras convivem à mostra do público pelo período de duas horas e meia. Situadas entre coisa, humano e animal, as figuras se relacionam a partir de ações simples e distendidas no tempo, dando ao público a possibilidade de visualizá-los pelo tempo, distância e ângulo que desejar.Uma pausa. Muito movimento. interno e quase secreto diálogo. Quase uma pintura, imagem estática que apenas sugere o tempo, diversas imagens e relações também são sugeridas sobre  o que antecedeu ou se dará a partir do contato entre esses corpos. A sugestão porém, é maior que o acontecimento, e o que emana de possibilidades permanece suspenso no espaço. Pois o muito movimento que acontece não é visível. É latência. Iminência de um acontecimento.

Criação, interpretação e pensamento visual creation, performance and art direction Carolina Callegaro e Renan Marcondes. Provocadores invited artistis Carlos Canhameiro e Andréia Yonashiro. Criação musical music André Bordinhon. Iluminação lighting design Daniel Gonzalez. Concepção da instalação cenográfica space creation Carolina Callegaro, Renan Marcondes, Zang & Zagatti. Execução da instalação cenográfica space production Zang & Zagatti. Produção production Tetembua Dandara. Fotografia photography Mariana Chama vídeo video Bruta flor filmes

SEM LUZ

2018

NO LIGHT

2018

The work is inspired by the text Kein Licht, written by the Austrian Nobel Prize-wining author Elfriede Jelinek, who presents two figures in a limbo after a nuclear catastrophe. From a new translation of the text and its transposition into dance, a futuristic universe is drawn, in which two human figures out of our time (perhaps in the future, but perhaps in the past) take notes of things that become bigger and bigger. Language becomes the main question, being materialized by several fronts of the work and reappearing in the written word, in the gestures, in the sound and in the space.

A obra se inspira no texto Kein Licht, da autora austríaca ganhadora do Nobel Elfriede Jelinek, que apresenta duas figuras num limbo após uma catástrofe nuclear. A partir de uma tradução inédita do texto e sua transposição para a dança, um universo futurista é desenhado, no qual duas figuras humanas porém fora de nosso tempo (talvez no futuro, mas talvez no passado) tomam notas de coisas que se tornam cada vez maiores. A linguagem torna-se a principal questão do trabalho, sendo materializada por diversas frentes da obra e reaparecendo na palavra escrita, nos gestos, no som e no espaço construído.  

Uma parceria Pérfida Iguana e Teatro do fim do mundo

Criação creation Carolina Callegaro e Renan Marcondes., Artur Kon, Andréia Yonashiro. Criação musical music Sérgio Abdalla. Produção production Mariana Otero Fotografia photography Cacá Bernardes e Renan Marcondes vídeo video Bruta flor filmes

ZULMIRA ELIZABETH

2018

Zulmira Elizabeth is a play-tribute to Elizabeth, the mother of Renan Marcondes, who died in 2017. Created and danced in partnership with Raul Rachou, the play features two men with the same characteristics, but whose difference of age propose a meeting, but also constant exchanges between present past and future. These exchanges are choreographed by the film A falecida (1965), released the same year Elizabeth was born. The movie is performed by four women of different ages.

Zulmira Elizabeth é uma peça-homenagem à Elizabeth, mãe de Renan Marcondes, falecida em 2017. Criada e dançada em parceria com Raul Rachou, a peça apresenta dois homens com as mesmas características, mas cuja diferença de idade aparenta um encontro e constantes trocas entre presente, passado e futuro. Essas trocas são coreografadas pelo filme A falecida (1965), lançado no mesmo ano em que Elizabeth nasceu e performado por mulheres de diferentes idades dentro de um vídeo que compôe a peça.

Criado com o prêmio de criação em residência para jovens coreógrafos do MIS SP 2018

estreia no Sesc Consolação

Criação creation Raul Rachou e Renan Marcondes. Criação musical music Sérgio Abdalla. objeto object ZANG acompanhamento Carolina Callegaro e Clarissa Sacchelli Produção production Tetembua Dandara vídeo video Bruta flor filmes