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COMO DEVORARAM UM PRISIONEIRO

E ME CONDUZIRAM A ESSE ESPETÁCULO

(em processo)

Dando continuidade à pesquisa desenvolvida em Como um jabuti matou uma onça e fez uma gaita de um de seus ossos (2015), Renan Marcondes pesquisa um novo trabalho sobre desejo e violência, tendo ainda a repetição coreográica e objetos escultóricos como frentes de trabalho.

Agora, trabalha a partir de trechos dos escritos de Hans Staden, autor do primeiro livro impresso a falar sobre o Brasil. Vestida para festa e trajando um óculos que mistura a violência da bala de revólver com pérolas, a performer Carolina Callegaro busca evocar o corpo daqueles que amam o poder e comemoram a destruição, através de gestos lentos e contínuos que remetem à comemoração, festa e dor.

feira PARTE 2018

exposição DOMINÓ - Casa da Luz (SP)

Concepção e performance: Renan Marcondes

performance: Carolina Callegaro

Objeto: Zang

Fotos: Mayra Azzi